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Polícia Federal realizou uma das maiores incinerações de substâncias
entorpecentes apreendidas no RN na manhã desta terça-feira (17). Cerca
de 1,1 toneladas de drogas apreendidas entre 2010 a 2012 receberam a
autorização judicial para serem incineradas no alto-forno de uma empresa
de tratamento de resíduos, situada no Distrito Industrial de São
Gonçalo do Amarante, região da Grande Natal. Foram destruídos 953 quilos
de maconha, 144 quilos de cocaína e seis quilos de ecstasy, além de uma
pequena quantidade de crack e haxixe. O material foi apreendido em
Natal, Parnamirim, São José do Mipibu, Extremoz, Nísia Floresta e Caicó.
Segundo Christian Gomes, chefe de investigações da Delegacia de Repressões a Droga (DRE), o material apreendido vem principalmente da Colômbia, Bolívia e, atualmente, do Peru. “Nós temos o tráfico internacional, através dos aeroportos, e o tráfico interestadual, em que a maconha e a cocaína migram para as fronteiras dos estados intermediários até chegar aqui. E Natal serve mais uma vez de passagem e também de consumo”, explicou.
Segundo Christian Gomes, chefe de investigações da Delegacia de Repressões a Droga (DRE), o material apreendido vem principalmente da Colômbia, Bolívia e, atualmente, do Peru. “Nós temos o tráfico internacional, através dos aeroportos, e o tráfico interestadual, em que a maconha e a cocaína migram para as fronteiras dos estados intermediários até chegar aqui. E Natal serve mais uma vez de passagem e também de consumo”, explicou.
De acordo com o representante da subcoordenadoria de Vigilância Sanitária (Suvisa), Kerginaldo Bezerra Cavalcante, o incinerador industrial é a melhor forma de não deixar resíduos. “A incineração anteriormente era feita com o forno usado para fabricar cerâmicas no interior, o que acabava deixando muitos resíduos. Por isso hoje usamos o incinerador industrial, também usado para a queima de lixo hospitalar de todo o estado, que atinge uma temperatura de 1000ºC e quase não deixa detritos”, contou.
Além do chefe da DRE, estavam presentes na queima das drogas o superintendente Regional da PF, Marcelo Mosele, e representantes da Delegacia Regional de Combate ao Crime Organizado (DRCOR), Ministério Público Estadual e Federal, além da Vigilância Sanitária.
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