Maria da conceição afirma que trabalhava no local há sete meses, mas não conhece o atual dono das máquinas. “Ninguém sabe quem é o dono, eles vêm, fazem a manutenção das máquinas, e vão embora. Quando eu comecei, era outro. Eu só sei que o nome deste é Cristiano”, explicou.
O local funcionava no térreo de um prédio comercial de dois andares. Na fachada, nenhuma identificação, apenas uma porta de vidro com película escura que, segundo o delegado Silvio Fernando, é comum nesse tipo de local para esconder o ambiente.
Este é o segundo caso registrado pela polícia, somente esta semana. Nessa segunda-feira (21), na Cidade Esperança, Zona Oeste de Natal, a polícia encontrou 13 máquinas caça-níqueis, além de R$ 2.700 em dinheiro, em um local próximo ao Terminal Rodoviário. No local foram encontradas algumas faturas de um possível proprietário, identificado pela polícia como Eduardo.
Fonte:Dnonline
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